Textos para a Categoria ‘Trovas’
Por Declev Dib-Ferreira em 03/04/2008
Os meus grandes defeitos
Que antes não os tinha
É não ter defeitos
E esta modéstia minha
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Um dia me perguntaram
Qual era o meu defeito
Disse que se enganaram
Porque eu era perfeito…
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De feito nobre
Meus pais em seu leito
Capricharam nos “conformesâ€
E me fizeram sem defeito
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Por Declev Dib-Ferreira em 16/03/2008
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Continuando a série de trovas, apresento mais três, sobre temas diversos…
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Sou um eterno palhaço
No palco de uma festinha
Brincando de queda-de-braço
Com esta tristeza minha
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O mundo está em crise
Está faltando trabalho
Porém quem foi que disse
Que eu me atrapalho?
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O trabalho engrandece
Uma ocupação é importante
Se tudo a vida me desse
Não daria valor bastante
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Dindin:

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Por Declev Dib-Ferreira em 15/03/2008
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Mais três trovas. É gostoso fazê-las, e um bom exercÃcio…
Experimente!
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Fiz da minha vida
Um palco de desilusão
Agora quero alegria,
Outra peça enceno então
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Vivo intensamente
Até a força acabar
Irei alegremente
Quando a cortina se fechar
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No palco da nossa cama
Você sempre se transforma
Num momento é uma dama,
No outro: “Nossa Senhora!â€
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Por Declev Dib-Ferreira em 15/03/2008
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Mais três trovinhas pra quem gosta delas…
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O que a timidez me impede de fazer:
Beijar-te agora – Desesperado
Meu pensamento ao te ver
Não se faz de rogado
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Entro no palco da vida
Que mais me parece um drama
Encerro a peça sofrida
Contracenando com quem me ama
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Meu amor não é teatro
Minha vida não é peça,
Por aquele até me mato
Nesta, luto a beça!
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Por Declev Dib-Ferreira em 12/03/2008
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Embora os males no mundo inteiro
Ainda resta-me uma esperança
Que renasce sempre que vejo
Os olhos de uma criança
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Sempre tive, desde tenra idade
Esperança que, disseram, iria acabar
Mas o tempo passou e na verdade
Este verde, em mim, só fez aumentar
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Sempre fui muito envergonhado
Até o dia que te conheci
Mudei porque fiquei apavorado
Para não te perder, meu coração abri
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